18 março 2020

#Aliteraturacontinua #quarentenaliteraria

Em tempos de quarentena e de  #ficaremcasa, literatura e a cultura, continuam!
Vejam esta iniciativa da Fundação José Saramago: todos os dias é publicado um vídeo. Exemplo:

#Aliteraturacontinua com @afonsoreiscabral a ler Miguel Esteves

17 março 2020

Rotinas (também) de leitura recreativa.


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É difícil alterar rotinas. Exclui-se desta afirmação o período de férias. Aí, corpo e espírito, parecem ir preparando-se para a mudança de horários, de hábitos e automatismos. Antecipamos o momento e estamos preparados. Não é o caso.



Para os pais, professores e alunos de todos os ciclos, a pandemia trouxe-lhes sem aviso a alteração das rotinas diárias. Os pais estão em teletrabalho ou trabalho por turnos, os professores estão a trabalhar em casa (alguns nos estabelecimentos de ensino) tentando minorar por todos os meios a sua ausência da escola e os alunos estarão a realizar trabalho e estudo doméstico com afinco e dedicação.
Dizem os entendidos que, sendo transitório este período que atravessamos, convém não alterar radicalmente o que vinha sendo feito até aqui. Assim, levantar-se à mesma hora, fazer a higiene pessoal, tomar um bom pequeno almoço com uma agradável conversa familiar e e fazer o plano diário de atividades, ajudam a programar o dia e a ter objetivos. Estabelecer horários de estudo, de refeições, de diversão e relaxe, de exercício físico, de desconexão (telemóvel, redes sociais, videojogos) e dedicar um pouco de tempo à leitura, parece-nos um bom programa para o dia...

Para quem gosta de ler em formato digital, propomos para hoje um sítio onde podem encontrar muitas sugestões de leitura.
É só querer....








16 março 2020

Ideias de leituras e atividades


O que têm em comum o Castello di Rivoli Museo d’Arte Contemporânea, em Turim, o Museu do Chiado (de Arte Contemporânea), em Lisboa, o Museu do Prado, em Madrid, e o Metropolitan Museum, em Nova Iorque?
Contrariando as distâncias, estão todos na web e ensaiam novos discursos. 
(https://amusearte.hypotheses.org/6215?fbclid=IwAR06kb8zpFb3D-NFKCqt4lXY_R-T2cUuanKav0pZqlr9XMVR3poYfbJja9Y)


Ficar em casa (#ficaremcasa; #stayathome) tornou-se o tema destes estranhos dias. De repente, tomamos consciência de que o mundo é efetivamente global, enquanto os nossos universos pessoais se tornam infinitamente mais pequenos e confinados.
O mundo virtual está ao nosso alcance e, sem sairmos de casa, permite-nos aprender e alargar conhecimentos nas mais variadas áreas dos saber e nos mais diversos espaços geográficos, porventura em alguns onde nunca nos levarão as viagens da nossa vida.

Visitar o museu Gulbenkian, percorrer as salas, aproximar a visão das peças um dos melhores museus de Portugal, o Museu Calouste Gulbenkian, através das suas duas coleções, que nos transportam desde o Antigo Egito até aos dias de hoje; contemplar o património do nosso clube de futebol; visualizar o Convento/Palácio Nacional de Mafra em 3D; conhecer a História da rádio e da televisão em Portugal através do espólio guardado pela RTP; entrar no Museu da Presidência da República, ou Museu do fado, em Lisboa; ir a Itália conhecer a Capela Sistina e os Museus do Vaticano, ou o Museu Oscar Nyemeier em Curitiba, no Brasil; dar um "saltinho" a Paris e "entrar" no museu mais visitado do mundo, o Louvre; ver os dinossauros e acompanhar a história da terra no Museu de História Natural de Nova York; apreciar obras da antiga civilização mesopotâmica preservadas no Museu Nacional do Iraque; ir à Pinacoteca de Berlim ou de Munique, , ao museu do Automóvel,,... enfim as possibilidades são imensas, é sós fazer uma pesquisa, aceitar o desafio e partir em aventuras de descobertas e maravilhamentos.

"Nas últimas décadas, os museus e os sítios patrimoniais, como as bibliotecas, os teatros, as salas de concerto, têm vindo a experimentar e a realizar projetos digitais, ensaiando a comunicação virtual, não como alternativa, mas como complemento das suas ofertas convencionais.(Crane, Bamman, & Jones, 2008, s.p.). São as "Humanidades Digitais” !





27 fevereiro 2020

PRÉMIO JOSÉ ESTÊVÃO DE ARTILETRAS 2020

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Está aberta a edição deste ano do Prémio José Estêvão de Artiletras promovido pelo nosso Agrupamento de Escolas José Estêvão.

O Prémo inclui este ano a novidade da extensão a dois novos escalões de concorrentes: o 4º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico e 2º Ciclo do Ensino Básico.

As modalidades a concurso são: Prosa (conto), Artes Pásticas e Fotografia sobre a temática "Património Artístico e Literário de Vasco Branco".

A data limite para entrega dos trabalhos é 27 de abril de 2020.

O Prémio José Estêvão de Artiletras é o continuador do Prémio Literário José Estêvão que, a existir nos mesmos moldes, faria neste ano 35 anos de existência.
Em boa hora o PLJE foi remodelado, abrangendo novas modalidades consentâneas com a realidade atual do agrupamento e novos escalões etários.
O Prémio foi ainda alargado ao público escolar dos distritos de Aveiro, Coimbra, Leiria e Viseu e não apenas aos estabelecimento de ensino da cidade.

Para mais informações consultar o Regulamento do PJEA  na Biblioteca desta Escola e no "site" do AEJE,

www.aeje.pt





Correntes de escrita


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O Correntes d’ Escritas realizou-se na semana de 19 de fevereiro, na Póvoa de Varzim. Mais uma edição a aproximar quem escreve de quem lê.
Pepetela foi o vencedor do Prémio deste ano, com o livro "Sua Excelência de Corpo Presente".
Destacou-se no dia inaugural a sessão com Álvaro Siza Vieira
sobre "Arquitetura e Literatura "




A mesa do painel "Já não (se) salva a literatura" foi constuída por António Colinas (Espanha), Hélia Correia (Portugal), José Carlos Vasconcelos (Portugal), Álvaro Laborinho Lúcio (Portugal), Marta Bernardes (Portugal) e Germano Almeida (Cabo Verde).

Concurso Intermunicipal de Leitura

Decorreram no dia 5 de fevereiro as provas  do CIL. As prestações dos concorrentes foram de alto nível, tendo superado as expetativas  do júri, criando-lhes naturais dificuldades de seleção. Eis a lista dos apurados para a próxima fase:


1º ciclo – Leonor Rocha Neto (EB Barrocas)
Suplente – Luís Maria Marques da Costa (Colégio D. José I)

2º ciclo – Mariana Bernardo Borges (EB Aradas)
 Suplente – João Filipe da Paula Andrade (ES Jaime Magalhães Lima)

3º ciclo – Maria Beatriz J. Cunha (ES Jaime Magalhães Lima)
Suplente – João Francisco Rodrigues (EB Castro Matoso)

ES – Maria Eduarda da Costa Marques (ES José Estêvão)
Suplente – David Pinto (Escola Profissional de Aveiro)



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30 janeiro 2020

17 janeiro 2020

CIL

PROGRAMA

Dia 5 de fevereiro



Manhã

9h15 – 12h00 – Prova oral dos 14 concorrentes apurados do 1º ciclo

Tarde

14h00 - 15h00 – Prova oral dos 6 concorrentes apurados do 2º ciclo

15h15 – 16h15 - Prova oral dos 7 concorrentes apurados do 3ºciclo

16h30 – 17h00 - Prova oral dos 3 concorrentes do Ensino Secundário

As provas decorrerão na Biblioteca Municipal de Aveiro,


19 dezembro 2019

Do you speak english?

Num inquérito realizado a 2,3 milhões de pessoas em mais de 100 países não-anglófilos sobre a proficiência em inglês, Portugal quedou-se por um honroso 12º lugar,   à frente de Espanha e França e logo atrás da Alemanha. Os países do norte da Europa: Suécia, Noruega e Dinamarca, são de outro campeonato, ocupando os lugares cimeiros.
Nada que no faça desistir de melhorar.
Também as cidades de Lisboa e Porto obtiveram excelente pontuação.

- Do you speak english?
- Yes, we do!

05 dezembro 2019

Livro do mês de novembro



Alan M. GRATZ nasceu, em 27 de janeiro de 1972, em Knoxville, Tennessee.
É bacharel em Escrita Criativa e possui um mestrado em Educação em Inglês, ambos pela Universidade do Tennessee, Knoxville.
Atualmente mora no oeste da Carolina do Norte.




Alan Michael Gratz é o autor de vários livros para jovens leitores. Entre eles:
- Projekt 1065, que recebeu a distinção de Best Book 2016 pela Kirkus Reviews;
- Prisoner B-3087, nomeado para a Junior Library Guild e incluído na lista YALSA de 2014 de Best Fiction for Young Adults;
- Code of Honor, um YALSA 2016 Quick Pick;  
         - The Brooklyn Nine, que fez parte da lista dos Top Ten Historical Books.

Mais informações em www.alangratz.com

Refugiado:
JOSEF é um rapaz judeu que vive na Alemanha nazi, na década de 1930. Com a crescente ameaça dos campos de concentração, ele e a sua família embarcam num navio rumo ao outro extremo do mundo…
ISABEL é uma rapariga cubana em 1994. Com motins e distúrbios a proliferarem no seu país, ela e a sua família partem num bote, esperando encontrar segurança nos Estados Unidos…
MAHMOUD é um rapaz sírio em 2015. Com a sua pátria dilacerada pela violência e a destruição, ele a sua família iniciam uma longa caminhada para a Europa...
Três crianças partiram numa viagem terrível em busca de refúgio. Os três enfrentarão inimagináveis perigos, desde a possibilidade de morrer afogados até aos bombardeamentos e traições. Mas existe sempre a esperança de uma manhã, e, embora Josef, Isabel e Mahmoud estejam separados pelo tempo e espaço, as suas histórias acabarão por entrelaçar-se de maneira surpreendente.