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21 março 2020
Dia Mundial da Poesia
https://ensina.rtp.pt/artigo/sophia-na-primeira-pessoa/?fbclid=IwAR3dpjvOnVql_f3Y7iwn7lEtUF4chWUh2-2r-axpbACMzvzyVD5jEfL0BrI
21 de Março - DIA MUNDIAL DA POESIA
Carpe diem
Aproveita o dia.
Não deixes que termine sem teres crescido um pouco.
Sem teres sido feliz, sem teres alimentado os teus sonhos.
Não te deixes vencer pelo desalento.
Não permitas que alguém te negue o direito de expressares-te, que é quase um dever.
Não abandones a tua ânsia de fazer da tua vida algo de extraordinário.
Não deixes de crer que as palavras e as poesias, sim, podem mudar o mundo.
Porque, passe o que passar, a nossa essência continuará intacta.
Somos seres humanos cheios de paixão.
A vida é deserto e oásis.
Derruba-nos, lastima-nos, ensina-nos, converte-nos em protagonistas da nossa própria história.
Ainda que o vento sopre contra, a poderosa obra continua, tu podes trocar uma estrofe.
Não deixes nunca de sonhar, porque só nos sonhos pode ser livre o homem.
Não caias no pior dos erros: o silêncio.
A maioria vive num silêncio espantoso. Não te resignes e nem fujas.
Valoriza a beleza das coisas simples, se podes fazer poesia bela, sobre as pequenas coisas.
Não atraiçoes as tuas crenças.
Todos necessitamos de aceitação, mas não podemos remar contra nós mesmos.
Isso transforma a vida num inferno.
Desfruta o pânico que provoca ter a vida toda adiante.
Procura vivê-la intensamente sem mediocridades.
Pensa que em ti está o futuro, e encara a tarefa com orgulho e sem medo.
Aprende com quem pode ensinar-te as experiências daqueles que nos precederam.
Não permitas que a vida passe sem teres vivido.
Não deixes que termine sem teres crescido um pouco.
Sem teres sido feliz, sem teres alimentado os teus sonhos.
Não te deixes vencer pelo desalento.
Não permitas que alguém te negue o direito de expressares-te, que é quase um dever.
Não abandones a tua ânsia de fazer da tua vida algo de extraordinário.
Não deixes de crer que as palavras e as poesias, sim, podem mudar o mundo.
Porque, passe o que passar, a nossa essência continuará intacta.
Somos seres humanos cheios de paixão.
A vida é deserto e oásis.
Derruba-nos, lastima-nos, ensina-nos, converte-nos em protagonistas da nossa própria história.
Ainda que o vento sopre contra, a poderosa obra continua, tu podes trocar uma estrofe.
Não deixes nunca de sonhar, porque só nos sonhos pode ser livre o homem.
Não caias no pior dos erros: o silêncio.
A maioria vive num silêncio espantoso. Não te resignes e nem fujas.
Valoriza a beleza das coisas simples, se podes fazer poesia bela, sobre as pequenas coisas.
Não atraiçoes as tuas crenças.
Todos necessitamos de aceitação, mas não podemos remar contra nós mesmos.
Isso transforma a vida num inferno.
Desfruta o pânico que provoca ter a vida toda adiante.
Procura vivê-la intensamente sem mediocridades.
Pensa que em ti está o futuro, e encara a tarefa com orgulho e sem medo.
Aprende com quem pode ensinar-te as experiências daqueles que nos precederam.
Não permitas que a vida passe sem teres vivido.
Walt Whitman (1819-1892)
A antecipação da Primavera
A antecipação da primavera, na escrita de Alberto Caeiro, o heterónimo de Fernando Pessoa que exalta a natureza e as sensações, de forma simples e natural.
Confiram aqui:
https://youtu.be/ZNWEmKLLFWA
Texto:
Confiram aqui:
https://youtu.be/ZNWEmKLLFWA
Texto:
Alberto Caeiro
Quando vier a Primavera,
Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.
Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.
Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.
Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.
"Poemas inconjuntos" de Alberto Caeiro
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