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29 setembro 2022

Novas entradas na Biblioteca Escolar - ES José Estêvão

 Algumas novidades na Biblioteca:

1- "Saudade: um conto para sete dias" de Claudio Hochman O tema da saudade ilustrado por vários artistas. Uma edição do Teatro Aveirense em português e espanhol.

2- "O meu corpo e eu" de Anita Naik. Um livro para adolescentes que ajuda a desvendar os mitos e ficções em torno das constantes mudanças que afetam o corpo feminino.

3-"O livro das escolhas cósmicas" de Orfeu Bertolami. Para os entusiastas do estudo do cosmos, astrofísica e ciências correlatas. A história do universo é a história das ideias, descobertas e técnicas que conduziram ao estado atual do conhecimento científico sobre o universo.

4- "Cacia e as suas tradições", edição do Grupo Folclórico de Cacia. Uma publicação que quer contribuir para a divulgação e salvaguarda dos usos e costumes do povo de Cacia. 

5- "As vidas dos outros" de Pedro Mexia. O autor "reuniu neste livro os seus exercícios num género pouco comum em Portugal: o ensaio erudito, em que a erudição entra como 'base' da reflexão moral e do divertimento culto". Texto curtos, variados e com muito humor.

6- "O osso da borboleta" de Rui Cardoso Martins. Romance. "...um homem escondeu-se do mundo. Fala com as pombas e os deusinho gregos, tem um Olimpo de vitrine". " 'O osso da borboleta' é um romance sobre um país que não encontra o seu lugar no mundo, (...) Comédia humana onde, apesar de tudo, o mal pode morrer e a vida continuar.

7- "Deciclopédia" de Gideon Haig. "Uma enciclopédia tão hilariante quanto informativa. Conhecimento agrupado em 10 (dez). Sabe quais são os dez mandamentos para pobres que não queiram continuar a sê-lo?

8- "Ensinar o Holocauto no séc. XXI" de Jean-Michel Lecomte, editado pelo Conselho da Europa. Trata-se de um livro de caráter didático que "...propõe aos professores um conjunto de conhecimentos que lhes permite construir uma progressão pedagógica".

9- "Novas crónicas da Boca do Inferno: inclui a crónica do IKEA a cores para montar" de Ricardo Araújo Pereira. " Um livro no qual a mais fina ironia e o humor requintado se juntal e resolvem não entrar."

10- "Sua senhoria" de Jaume Cabré. Romance. "...Em Barcelona, no ano de 1799, uma corte ociosa, corrupta e libertina prepara-se para receber um novo século. (...) "Num mirabolante caleidoscópio de aventuras, «Sua Senhoria» oferece-nos o retrato histórico de uma sociedade aristocrática de moralidade duvidosa."

20 março 2020

visitar museus sem sair de casa

O que têm em comum o Castello di Rivoli Museo d’Arte Contemporânea, em Turim, o Museu do Chiado (de Arte Contemporânea), em Lisboa, o Museu do Prado, em Madrid, e o Metropolitan Museum, em Nova Iorque?
Contrariando as distâncias, estão todos na web e ensaiam novos discursos. 
(https://amusearte.hypotheses.org/6215?fbclid=IwAR06kb8zpFb3D-NFKCqt4lXY_R-T2cUuanKav0pZqlr9XMVR3poYfbJja9Y)

Ficar em casa (#ficaremcasa; #stayathome) tornou-se o tema destes estranhos dias. De repente, tomamos consciência de que o mundo é efetivamente global, enquanto os nossos universos pessoais se tornam infinitamente mais pequenos e confinados.
O mundo virtual está ao nosso alcance e, sem sairmos de casa, permite-nos aprender e alargar conhecimentos nas mais variadas áreas dos saber e nos mais diversos espaços geográficos, porventura em alguns onde nunca nos levarão as viagens da nossa vida.
Guggenheim Museum, New York

Visitar o museu Gulbenkian, percorrer as salas, aproximar a visão das peças um dos melhores museus de Portugal, o Museu Calouste Gulbenkian, através das suas duas coleções, que nos transportam desde o Antigo Egito até aos dias de hoje; contemplar o património do nosso clube de futebol; visualizar o Convento/Palácio Nacional de Mafra em 3D; conhecer a História da rádio e da televisão em Portugal através do espólio guardado pela RTP; entrar no Museu da Presidência da República, ou Museu do fado, em Lisboa; ir a Itália conhecer a Capela Sistina e os Museus do Vaticano, ou o Museu Oscar Nyemeier em Curitiba, no Brasil; dar um "saltinho" a Paris e "entrar" no museu mais visitado do mundo, o Louvre; ver os dinossauros e acompanhar a história da terra no Museu de História Natural de Nova York; apreciar obras da antiga civilização mesopotâmica preservadas no Museu Nacional do Iraque; ir à Pinacoteca de Munique,  à Galeria Uffizi, em Florença; visitar o icónico British Museum, o Gugenheim, em Bilbao ou em NY, O Rijksmuseum, em Amesterdão, o Pergamon, em Berlim, o Museu Nacional de Antroplogia do México, o Museu do Automóvel, o do Cinema,  do Teatro, o da Farmácia, o da Ciência, o do Azulejo, ... enfim as possibilidades são imensas, é só fazer uma pesquisa, aceitar o desafio e partir em aventuras de descobertas e maravilhamentos.

"Nas últimas décadas, os museus e os sítios patrimoniais, como as bibliotecas, aos teatros, as salas de concerto, têm vindo a experimentar e a realizar projetos digitais, ensaiando a comunicação virtual, não como alternativa, mas como complemento das suas ofertas convencionais (Crane, Bamman, & Jones, 2008).

São as Humanidades Digitais!












18 março 2020

#Aliteraturacontinua #quarentenaliteraria

Em tempos de quarentena e de  #ficaremcasa, literatura e a cultura, continuam!
Vejam esta iniciativa da Fundação José Saramago: todos os dias é publicado um vídeo. Exemplo:

#Aliteraturacontinua com @afonsoreiscabral a ler Miguel Esteves